Brasil perdeu 4 posições no ranking dos países mais atrativos para negócios



“O Brasil de Temer está em queda livre”. A avaliação é do líder do PT no Senado, Humberto Costa, após tomar conhecimento da 20ª pesquisa da PricewaterhouseCoopers (PwC), que rebaixou o País em 4 posições no ranking das nações mais atrativas para negócios.

“Estamos perdendo dia após dia o rumo na economia. Isso é o reflexo de uma péssima política econômica que  o presidente não eleito Michel Temer e sua equipe golpista estão implantando no Brasil. E, infelizmente, é apenas o começo de muitos problemas que teremos pela frente. A tendência é de que a situação se agrave ainda mais em consequência de tantas irresponsabilidades cometidas por este governo”, alertou o senador petista.

A pesquisa da PwC, que reúne 1.379 executivos-chefes de 79 países e que foi divulgada na última segunda-feira (16), mostra que o Brasil está saindo do radar da elite empresarial mundial. Ainda no início do governo Dilma, 19% desses executivos colocavam o País em terceiro lugar na lista das nações que eles viam com mais oportunidades de negócios. Nessa última pesquisa, apenas 8% desse grupo identifica o Brasil como importante e na sétima colocação.

“Se não mudarmos imediatamente este governo teremos resultados ainda piores. Voltaremos à época em que nem aparecíamos em ranking nenhum. Foi na gestão do governo Lula que viramos vitrine para o mundo e conquistamos respeito de líderes mundiais. Precisamos nos organizar para tirar este presidente golpista já”, avaliou Humberto.

FMI – O Fundo Monetário Internacional também reduziu o crescimento do Brasil no relatório que apresentou nessa semana. A estimativa do FMI é de que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2017 será de 0,2%, menos que os 0,5% previstos em outubro.

“Corremos o perigo de voltarmos a ser refém do FMI. Não é à toa que eles estão de olho na nossa economia. É bom lembrar que foi na gestão de Lula, em 2005, que nos livramos do Fundo quitando a dívida contraída pelo governo Fernando Henrique Cardoso. E em 2009, pela primeira vez na história, emprestamos dinheiro ao FMI. Não podemos voltar a dever ao Fundo sob hipótese alguma”, afirmou Humberto Costa.

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