PARABÉNS PARA ISABELLY FERREIRA

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Previsão de chuvas abaixo da média no Agreste e Sertão de Pernambuco



A poucos dias do fim verão e início do outono, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) – seção Pernambuco divulgou o prognóstico de chuvas dos próximos três meses: março, abril e maio. De acordo com os indicadores apresentados nesta quarta-feira (1º), há 40% de probabilidade de que chova menos do que o esperado no Agreste e no Sertão de Pernambuco. As estimativas ainda apontam para 35% de chances de que as precipitações fiquem dentro do considerado ‘normal’ e apenas 25% para que chova mais do que o aguardado. No do Recife e Região Metropolitana, a previsão é de que as chuvas fiquem dentro do considerado normal para o período.

De acordo com o chefe da Seção de Previsão do Tempo do Inmet Recife, o meteorologista Ednaldo Correia de Araújo, as chuvas previstas para este trimestre são de grande importância para amenizar os efeitos da seca na região do Semiárido. “No caso do Agreste ainda pode chover até meados de julho, mas no caso do Sertão, as precipitações de março e abril são determinantes porque a partir de maio, praticamente, não chove mais por lá”, explicou o especialista.

Atualmente, pelo menos 70 municípios do Agreste pernambucano estão em situação de emergência por causa da estiagem. O decretou foi divulgado no Diário Oficial no dia 31 de janeiro e tem validade de 180 dias. Confira a média histórica de precipitação no Grande Recife, Agreste e Sertão pernambucanos:

Grande Recife                                                           Agreste                                                                 Sertão
Março – 256 mm                                                  Março: 95 mm                                                    Março: 136 mm
Abril – 337 mm                                                     Abril: 109 mm                                                     Abril: 104 mm
Maio – 318 mm                                                     Maio: 96 mm                                                      Maio: 40 mm

Os municípios que estão em situação de emergência são os seguintes: Agrestina, Águas Belas, Alagoinha, Altinho, Angelim, Belo Jardim, Bezerros, Bom Conselho, Bom Jardim, Bonito, Brejão, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cachoeirinha, Caetés, Calçado, Camocim de São Félix, Canhotinho, Capoeiras, Jurema, Lagoa do Ouro, Lagoa dos Gatos, Lajedo, Limoeiro, Machados, Orobó, Palmeirina, Panelas, Paranatama, Passira, Pedra, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Salgadinho, Saloá, Sanharó, Caruaru, Casinhas, Correntes, Cumaru, Cupira, Feira Nova, Frei Miguelinho, Garanhuns, Gravatá, Iati, Ibirajuba, Itaíba, Jataúba, João Alfredo, Jucati, Jupi, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Una, São Caetano, São João, São Joaquim do Monte, São Vicente Ferrer, Surubim, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Terezinha, Toritama, Tupanatinga, Vertente do Lério, Vertentes e Venturosa.

Janeiro quente e com altas temperaturas

Ainda segundo as estatísticas divulgadas pelo Inmet-PE, o mês de janeiro de 2017 por o período em que a temperatura máxima excedeu os valores climatológicos principalmente no Nordeste do Brasil. As anomalias apontaram temperaturas 5°C acima das médias históricas em áreas isoladas no sertão de Pernambuco e no centro-sul da Bahia. Ou seja, se a média de temperatura máxima em Petrolina é de 31.9ºC, em janeiro deste ano esse número pode ter chegado aos 36.9ºC.

Fonte: NE10

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