Onda amarela e vermelha invade ruas do Recife para abraçar Paulo e Haddad



O amarelo e o vermelho da Frente Popular de Pernambuco tomaram conta do Centro do Recife na manhã deste sábado (22), deixando as ruas da cidade estreitas para receber a maior caminhada da história da capital pernambucana. Acompanhando os candidatos à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), e à reeleição Paulo Câmara (PSB), cerca de 50 mil pessoas seguiram o tradicional percurso da coligação, que saiu da Praça Maciel Pinheiro, em direção à Praça da Independência. Um comício marcou o encerramento do ato. 

No local, Fernando Haddad reforçou o compromisso com o governador Paulo Câmara e falou da necessidade de eleger um time que ajudará o Brasil voltar a ser dos brasileiros e a manter Pernambuco no caminho dos avanços. “Queria fazer um agradecimento ao povo aqui do Recife e de Pernambuco. Quero dizer: não se faz nada sozinho. A gente tem mania de achar que elege presidente e está resolvido. O presidente precisa de parceria no congresso e parceria dos governadores, senão não consegue governar e temos muita coisa para arrumar. Temos que estar unidos todos nós. Aqui temos o Paulo Câmara! Vamos, em 2018, olhar com força o país que a gente quer construir. O povo quer o país de volta. Preciso de vocês. Não fazemos sozinhos. O Lula não fez sozinho, o Lula tinha time. Temos time e lado. O lado do povo. Até a vitória!”, afirmou Haddad. 

Sempre lembrando o ex-presidente Lula, Haddad também destacou que, em poucos dias, o Brasil será novamente resgatado para o povo brasileiro. Ele também pontuou que, com Lula, o Nordeste viveu seu período de maior crescimento. “No Brasil do Lula, nós cuidávamos de todos os estados brasileiros da mesma maneira. Tem gente que se queixa, porque o Nordeste se desenvolveu mais que média nacional. Por que o Nordeste se desenvolvia mais? Tinha crescimento chinês. O Brasil crescia 4 e Nordeste, 9%. Por que isso aconteceu? Porque a primeira vez que algum presidente olhou para o Nordeste foi (no governo) Lula. Porque ele sabia a dívida do Nordeste histórica na Educação, na Saúde”, acrescentou. 

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