Plano de Desenvolvimento do Nordeste depende do Congresso e da Previdência


Editoria de Política com agências/JC Online

Apesar da expectativa, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) saiu do Recife anunciando um acréscimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Constitucional do Nordeste (FNE), mas não foi poupado de críticas dos governadores da região. O FNE é um dos três fundos constitucionais criados para implementar a política de desenvolvimento entre áreas do País. Agora, o Plano segue para o Congresso Nacional. O FNE é um dos três fundos constitucionais criados para implementar a política de desenvolvimento entre áreas do País.

Para conseguir o apoio dos gestores estaduais, que almejam a aprovação do Plano, Bolsonaro fez um apelo para que os governadores, majoritariamente de oposição, apoiem o projeto de reforma da Previdência enviado ao Congresso. "Faço um apelo aos senhores governadores do Nordeste. Temos um desafio que não é meu, mas também dos senhores, independente da questão partidária, que é a reforma da Previdência, sem a qual não podemos sonhar em colocar em prática parte do que estamos tratando aqui", disse o presidente.

No fim, quando o questionado sobre o balanço da reunião com os governadores no Conselho Deliberativo da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), o presidente se limitou a responder: "Primeira vez, espero que tenha mais. Toda primeira vez é muito bom. Eu tô muito feliz com essa reunião daqui". 

A reunião aconteceu na manhã desta sexta-feira (24) no Instituto Ricardo Brennand, complexo cultural da Capital Pernambucana,  localizado no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife. 

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