Porta-voz passa por momento constrangedor ao tentar dizer que Glenn Greenwald cometeu crime


O porta-voz da presidência da República, Otávio Rêgo Barros, não conseguiu apresentar que crime pode ter sido cometido pelo jornalista Glenn Greenwald, editor do Intercept, ao tentar defender Jair Bolsonaro de mais uma de suas declarações sem nexo. Veja como foi o diálogo, o vídeo e também reportagem da Agência Brasil:

Jornalista: qual é o crime que o jornalista cometeu?
Porta-voz: um crime 
Jornalista: tá, mas qual crime?
Porta-voz: mas alguém tem dúvida que teve crime? 
Jornalista: mas qual? 
Porta-voz: qual o que? 
Jornalista: crime 
Porta-voz: teve sim 
Jornalista: mas 
Porta-voz: próxima pergunta

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse hoje (29) que Jair Bolsonaro expressou uma opinião pessoal sobre o desaparecimento do advogado Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. Mais cedo, durante uma live no Facebook, Bolsonaro disse que Fernando Santa Cruz, que era militante de esquerda durante o regime militar (1964-1985), foi morto por integrantes da Ação Popular, um grupo de luta armada contra o regime e não pelas Forças Armadas.

"Como ele disse na live, ele fez contato com algumas pessoas na ocasião, conheceu do tema, na ocasião, e foi a partir desse contato que ele expressou a sua opinião", disse Rêgo Barros. 

Veja o vídeo:


Fonte: Folha Impacto

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