Os novos índices variam conforme a distribuidora e o perfil do consumidor (alta ou baixa tensão). Enquanto estados como Mato Grosso do Sul e áreas atendidas pela CPFL Paulista enfrentam altas médias superiores a 12%, a Bahia teve o impacto diminuído por uma antecipação de recursos solicitada pela distribuidora local.
Em geral, o cenário de 2026 marca um retorno das pressões tarifárias após o ano de 2025, que registrou reduções ou altas moderadas em diversas concessões.
No caso da Neonergia, não houve reajuste em Pernambuco, apenas nos estados da Bahia e Rio Grande do Norte. Fonte: R7