BLOG DO IVONALDO FILHO

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Forró pode virar patrimônio mundial com candidatura à Unesco

📅 sábado, 4 de abril de 2026 | ✍️ Ivonaldo Filho

O Brasil formalizou a candidatura do Forró Tradicional à Unesco e, com isso, deu um passo que vai além do reconhecimento cultural ao reposicionar o país no cenário internacional. A iniciativa envolve órgãos como Iphan, Ministério da Cultura, bem como Itamaraty. Além disso, ao mesmo tempo, pode ampliar a presença global de uma das expressões mais marcantes da identidade brasileira.

A candidatura do forró à Unesco representa um passo estratégico para transformar cultura em influência global. Na prática, o reconhecimento internacional amplia a visibilidade do Brasil, além de fortalecer sua identidade cultural, bem como criar novas pontes com outros países por meio da música, da dança e da tradição popular.

Forró na Unesco fortalece presença cultural do Brasil

Ao levar o Forró Tradicional para avaliação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Brasil ativa um dos principais instrumentos de projeção internacional: o chamado soft power cultural.

Assim, o país passa a ser reconhecido não apenas por indicadores econômicos ou políticos, mas também por sua capacidade de influenciar o mundo por meio da cultura. O forró, nesse contexto, funciona como um símbolo vivo da identidade brasileira.

Como resultado, o impacto é direto. Com o selo da Unesco, o forró tende a ganhar mais espaço em festivais internacionais, circuitos culturais e intercâmbios artísticos, o que amplia o alcance da cultura brasileira para além das fronteiras.
Reconhecimento amplia visibilidade da cultura nordestina

O forró nasce no Nordeste e carrega elementos históricos ligados às migrações, ao trabalho e à vida cotidiana da região. Ao chegar à Unesco, essa trajetória ganha escala global.

Na prática, isso reposiciona a cultura nordestina dentro e fora do Brasil. Elementos como baião, xote e xaxado passam a ser reconhecidos como parte de um patrimônio mundial, o que, por sua vez, reduz estigmas históricos e amplia o respeito internacional por essas manifestações. (PortalPanorama)

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