Conforme o estudo, a prevalência de sobrepeso aumentou de 53% para 61,4%, e a prevalência de obesidade, de 16,1% para 23% no público idoso. Com base nos dados de peso e altura, o estudo calculou o Índice de Massa Corporal (IMC).
Foram considerados sobrepeso o Índice de Massa Corporal (IMC) ≥ 25kg/m2 e de obesidade IMC ≥ 30kg/m2 foram estimados por ano para a população total e de acordo com sexo, idade, escolaridade e região.
A pesquisadora Laura Rodrigues afirmou à assessoria de imprensa da UFMG que, em todos os grupos socioeconômicos analisados, houve aumento nas taxas tanto de sobrepeso quanto de obesidade.
As maiores taxas foram observadas em homens (3,52% por ano), indivíduos com idade de 70 a 79 anos (2,71% por ano), com nove a 11 anos de escolaridade (2,92% por ano) e em residentes das regiões menos desenvolvidas do país (2,58% por ano).
Segundo informações da UFMG, a pesquisa recebeu recursos do Ministério da Saúde e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Por Agência Brasil.
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