O documento levanta preocupação, porque os locais com baixa cobertura de vacinação representam risco maior e são potenciais portas de entrada para novas variantes, como a Ômicron.
“Dados de outros países indicam que em 2022 locais com baixa vacinação devem favorecer a ocorrência de surtos”, afirma a Fiocruz.
Segundo informações coletadas até o dia 8 de dezembro, 74,95% da população do país recebeu a primeira dose da vacina contra o coronavírus, 64,78% possuem o esquema vacinal completo e 9,04% receberam a terceira dose do imunizante.
Os percentuais, porém, não estão distribuídos de forma equivalente pelo território nacional.
A questão da cobertura vacinal se apresenta também como um problema socioeconômico, já que os locais com menor percentual de imunização são os mesmos que possuem baixo índice de desenvolvimento humano (IDH).
O percentual de imunizados com as duas doses da vacina por região é de 30% no Sul do país, 27,2% no Sudeste, 11,8% no Centro-Oeste, 2,7% no Nordeste e apenas 1,1% no Norte.
Dentre os estados brasileiros, Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Roraima e Sergipe não apresentam nenhum município com mais de 80% da população totalmente imunizada. (Metrópoles)
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