Setores intensivos em mão de obra e circulação de pessoas, como supermercados, transporte coletivo, bares e restaurantes sentem o aumento de afastamentos e começam a se preocupar com uma eventual piora do quadro.
No restaurante de Claudio Rabelo, em São José dos Campos (SP), cinco dos nove funcionários estão afastados por Covid-19. Para manter o negócio em funcionamento, apelou para a família. "Recorri ao meu filho, nora e irmãos. E ainda faltou um pouco para a logística do dia a dia."
Pedro Hermeto, da Abrasel (Associação de Bares e Restaurantes) no Rio, diz que há cerca de 15 dias o surto da nova gripe, causada pelo vírus H3N2, levou restaurantes de pequeno e médio porte a fecharem por alguns dias.
O dirigente também viu a própria equipe ficar desfalcada. De 50 funcionários, chegou a ter nove em licença médica no início de dezembro. "Naquele momento, foi o surto de gripe e achamos que o de ômicron deve chegar em alguns dias. Estamos vendo os casos se aproximando e nos roubando a mão de obra", diz. Veja matéria na íntegra aqui.
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