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| Foto: Shutterstock |
O vazamento incluiu números de
telefone, nomes completos, localizações, datas de nascimento, biografias e, em
alguns casos, até mesmo o e-mail das pessoas
O vazamento incluiu números de telefone, nomes completos,
localizações, datas de nascimento, biografias e, em alguns casos, até mesmo o
e-mail das pessoas.
O criminoso, que não seria um hacker de conhecimento
"muito avançado", conseguiu dados de pelo menos 100 países, sendo que
32 milhões de usuários são dos Estados Unidos e outros 11 milhões do Reino
Unido. No Brasil foram mais de 8 milhões de vazamentos.
Em seu perfil no Twitter, Gal, que descobriu o vazamento
neste sábado (3), afirmou que "uma base de dados desse tamanho contendo
informações privadas pode fazer com que várias pessoas tirem vantagem dos dados
para performar crimes de engenharia social ou tentativas de
hacking".
A CNN entrou
em contato com o Facebook, e, segundo um porta-voz, "os dados são antigos
e foram reportados em 2019, fruto de uma vulnerabilidade que foi corrigida em
agosto daquele ano". Fato é que os vazamentos, mesmo sendo antigos, se
tornaram o foco de especialistas em segurança neste sábado, em 2021. É esperar
para ver. Por

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